[BAN 669] Toxicologia de Inseticidas
▼Código: BAN 669 Carga Horária: Aulas Teóricas: 45 Créditos: 3 Ementa Relevância do assunto: Conceitos e Escopo. Avaliação Toxicológica. Veiculação de Inseticidas. Classificação e Características dos Inseticidas. Mecanismos de Ação de Inseticidas. Absorção e Penetração de Inseticidas em Insetos. Metabolismo de Inseticidas em Insetos. Movimento e Transformação de Inseticidas. Limitações do Uso de Inseticidas. Legislação Disciplinadora do Uso de Inseticidas. Avanços no Desenvolvimento de Novos Inseticidas. PARTE TEÓRICA 1. Relevância do assunto: Conceitos e escopo. 2. Avaliação toxicológica. Conceitos, testes e parâmetros. Análise de resíduos 3. Veiculação de inseticidas. Formulações e métodos de aplicação. 4. Classificação e características dos inseticidas. Classificação e caracterização dos seguintes grupos de inseticidas: Organoclorados, carbamatos, organofosforados, piretróides e outros. 5. Mecanismos de ação de inseticidas. Introdução à neurofisiologia. Mecanismos de ação de inseticidas que agem nos canais de sódio, nos receptores sinápticos, inibidores de acetilcolinesterase; de inseticidas que interferem no metabolismo energético; e de reguladores de crescimento de insetos 6. Absorção e penetração de inseticidas em insetos. 7. Metabolismo de inseticidas em insetos. Reações de fase I e de fase II e enzimas catalizadoras destas. 8. Movimento e transformação de inseticidas. Movimento de inseticidas no ambiente. Translocação de inseticidas em plantas. Alterações ambientais de resíduos de inseticidas. 9. Limitações do uso de inseticidas. Efeito de inseticidas na vida silvestre e no homem. Limitações para o manejo de pragas: ressurgência de pragas primárias, erupção de pragas secundárias e resistência a inseticidas. Limitações à polinização. 10. Legislação disciplinadora do uso de inseticidas Legislação e receituário. Armazenamento, manuseio e descarte seguro. 11. Avanços na descoberta de novos inseticidas. Biotecnologia e o desenvolvimento de agentes inseticidas. Avanços na descoberta de novos inseticidas. Biotecnologia e o desenvolvimento de agentes inseticidas Bibliografia 1. GELMINI, G.A. 1991. Agrotóxicos: Legislação-Receituário Agronômico. CATI, Campinas, SP. 2. HODGOSON, E. & LEVI, P.E. 1994. Introduction to biochemical toxicology, 2ª ed. Appleton & Lange, Norwalk, C.T. 3. JEPSON, P.C. 1989. Pesticides and mon-target invertebrates. Intercept, Wimborne, UK. 4. KLAASSEN, C. D.; AMDUR, M.O. & DOULL, J. 1996. Casarett & Doull’s toxicology: the basic science of poisons, 5ª ed. McGraw-Hill, New York, N.Y. 5. LANDIS, W.G. & YU, M. –H. 1998. Introduction to environmental toxicology: impacts of chemicals upon ecological systems, 2ª ed.; Lewis, Boca Raton, FL. 6. MATUO, T. 1990. Técnicas de aplicação de defensivos agrícolas. FUNEP, Jaboticabal, SP. 7. MATSUMURA, F. 1985. Toxicology of inseticides, 2ª ed. Plenum, New York, N.Y. 8. MCKENZIE, J.A. 1996. Ecological and evolutionary aspects of inseticide resistance. Academic. Austin, TX. 9. MULLIN, C.A. & SCOTT, J.J. 1992. Molecular mechanisms of inseticide resistance: diversity among insects. ACS. Washington, DC. 10. NAUMANN, K. 1990. Synthetic pyrethroid inseticides: structures and properties. Springer-Verlang, Berlin. 11. ROBERTSON, J.L. & PREISLER, H.K. 1992. Pesticides biossays with anthropods. CRC, Boca Raton, FL. 12. ROUSH, R.T. & TABASHNIK, B.E. 1990. Pesticide resistance in anthropods. Chapman and Hall, New York, N.Y. 13. SHAW, J.C. 1998. Principles of environmental toxicology. Taylor & Francis, London. 14. SOMASUNDARAM, L. & Coats, J.R. 1991. Pesticide transformation products: fate and significance in the environment. ACS, Washington. D.C. 15. WALKER, C.H. 1996. Principles of ecotoxicology. Taylor & Francis, London. 16. WARE, G.W. 1994. The pesticide book, 4ª ed. Thomson, Fresno, C.A. 17. WILKISON, C.F. 1976. Inseticide biochemistry and physiology. Plenum, New York, N.Y. PERIÓDICOS: Annual Review of Entomology Archives of Insect Biochemistry and Physiology Enviromental Carcionogenesis & Ecotoxicology Reviews Insect Biochemistry and Molecular Biology Pesticide Biochemistry and Physiology Pesticide Science Pharmacological Reviews
[BQI 700] Estruturas e Funções de Macromoléculas
▼Código: BQI 700 Carga Horária: Aulas Teóricas: 45 Créditos: 3 Ementa Tipos de células. Estruturas e associações de macromoléculas. Energética das reações bioquímicas. Catalisadores biológicos. Estruturas e funções de coenzimas. Metabolismo de macromoléculas. Funções da energia luminosa nos processos bioquímicos. Metabolismo de compostos nitrogenados. Genética bioquímica e as sínteses de ácidos nucléicos e de proteínas. Crescimento, diferenciação e comunicação celular. PARTE TEÓRICA 1. Tipos de células 1.1. Micoplasma, procarióticos e eucarióticos. 1.2. Evolução de organismos multicelulares 2. Estruturas e associações das macromoléculas 2.1. Proteínas 2.2. Polissacarídeos 2.3. Lipídeos 2.4. Ácidos nucléicos 2.5. Métodos de purificação e caracterização 3. Energética das reações bioquímicas 3.1. Sumário das equações termodinâmicas 3.2. Energia livre das reações 4. Catalisadores biológicos 4.1. Especificidade 4.2. Cinética 4.3. Inibição 4.4. Mecanismos de reações 4.5. Regulação 5. Estruturas e funções de coenzimas 6. Metabolismo de macromoléculas 6.1. Catabolismo e produção de energia 6.2. Utilização de energia: biossíntese e regulação 6.3. Metabolismo específico de lipídeos e carboidratos 7. Funções da energia luminosa nos processos bioquímicos 7.1. Absorção da luz pela matéria 7.2. Fotossíntese 7.3. Visão 8. Metabolismo de compostos nitrogenados 8.1. Fixação e incorporação de nitrogênio 8.2. Metabolismo de aminoácidos 8.3. Síntese e catabolismo de bases purina e pirimidinas 9. Genética bioquímica e a síntese de ácidos nucléicos e proteínas 9.1. Presente conceito 9.2. Replicação do DNA 9.3. Endonucleases e seqüência do DNA 9.4. Transcrição: síntese de RNAs 9.5. Tradução da mensagem genética 9.6. Métodos genéticos 9.7. Mutações, recombinações e engenharia genética 9.8. Cromossoma eucariótico: organização e controle 10. Crescimento, diferenciação e comunicação celular Bibliografia 1. ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WATSON, J.D. Molecular biology of the cell. 2 ed., New York, NY, Garland Publishing, Inc., 1989. 121p. 2. GARRET, R.H. e GRISHAm, C.M. Biochemistry. New York, NY, Saunders College Publishing, 1995. 1100p. 3. LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M.M. Principles of biochemistry. 2 ed., New York, NY, Worth Publishers Inc., 1993. 1013p. 4. MATEWS, C.K. e van HOLDE, K.E. Biochemistry. Redwood City, CA, The Benjamin Cummings Publishing Company, 1990. 1129p. 5. SMITH, E.L.; HILL, R.L.; LEHMAN, I.R.; LEFKWITZ, R.J.; HANDLER, P.; WHITE, A. Principles of chemistry: general aspects. New York, NY, McGraw-Hill, 1983. 886p. 6. ZUBAY, G.L. Biochemistry. Reading, MA, Addison-Wesley, 1983. 1268p.
[ENF 660] Química da Madeira
▼Código: ENF 660 Carga Horária: Aulas Teóricas: 30 /Aulas Práticas: 60 Créditos: 3 Ementa Constituição química da madeira. Química de carboidratos. Biossíntese dos polissacarídeos da madeira. Celulose. Hemiceluloses. Lignina. Extrativos. Estrutura anatômica e constituição química da casca. Utilização dos constituintes químicos da madeira. PARTE TEÓRICA 1. Constituição química da madeira 1.1. Introdução. 1.2. Componentes estruturais e acidentais. 2. Química de carboidratos 2.1. Conceito e nomenclatura de carboidratos 2.2. Monossacarídeos 2.3. Derivados de monossacarídeos 2.4. Oligo e polissacarídeos 2.5. Reações dos carboidratos 2.6. Estudos estruturais 3. Biossíntese dos polissacarídeos da madeira 3.1. Ácidos graxos saturados, Insaturados e Poliacetilenos. 3.2. Prostaglandinas e leucotrienos.. 3.3. Compostos fenólicos derivados do acetato: polifenóis e antibióticos macrocíclicos. 3.4. Clivagem oxidativa e acoplamento oxidativo. 3.5. Importância dos polifenóis e poliacetilenos, prostaglandinas e leucotrienos na defesa animal, vegetal e na indústria. 4. Metabólitos derivados do mevalonato: isoprenóides 4.1. Formação das unidades C5. 4.2. Monoterpenos regulares, irregulares e iridóides. 4.3. Sesquiterpenos. 4.4. Diterpenos. 4.5. Esteróides e triterpenos. 4.6. Carotenóides. 4.7. Óleos essenciais. 4.8. Aplicação dos terpenos no controle de pragas agrícolas e na Indústria. 5. Metabólitos derivados do ácido chiquímico 5.1. Formação do ácido chiquímico. 5.2. Metabólitos ArC3. ArC2, ArC1, ArC0. 5.3. Ligninas e Lignanas. 5.4. Quinonas. 6. Metabólitos derivados de aminoácidos 6.1. Classificação dos alcalóides. 6.2. Alcalóides derivados de ornitina e lisina. 6.3. Alcalóides derivados de fenilanina, tirosina, triptofano e ácido Antranílico.. 6.4. Importância dos alcalóides na defesa das plantas quimiotaxonomia e na indústria farmacêutica. 7. Metabólitos de origem mista 7.1. Metabólitos derivados de acetato e mevalonato. 7.2. Metabóliots derivados de chiquimato e mevalonato. 7.3. Metabólitos derivados de acetato e chiquimato: flavonóides; 7.4. Metabólitos derivados de triptofano e mevalonato. 7.5. Importância dos flavonóides na polinização, quimiotaxonomia e como corantes naturais. Bibliografia 1. DEWICK, P.M. Medicinal natural products: A biosynthetic aprroach. 2nd ed. West Sussex: John Wiley, 2001. 508 p. 2. FISHER, C., SCOTT, T.R. Food flavours: biology and chemistry Oxford: Royal Society of Chemistry, 1997, 176 p. 3. HASLAN, E. Metabolites and metabolism. Oxford. Clarendon Press, 1985. 161 p. 4. KAUFMAN, P.B. Natural products deom plants. Boca Raton: CRC Press, 1998. 492 p. 5. MANN, J. Secondary metabolism. 2. ed. Oxford: Clarendon Press, 1995. 374 p. 6. MANN, J., DAVIDSON, R.S., HOBBS, B., BANTHORPE, D.V., HARBONE, J.B. Natural products: their chemistry and biological significance. 1. ed. Hong Kong: Longman, 1996. 455 p. 7. PELLETIER, S.W. Alkaloids: chemical and biological perspectives. Athens: Pergamon, 2001. 656 p. 8. PYBUS, D., SELL, C. The Chemistry of fragrances. Oxford: Royal Society of Chemistry, 1988. 250 p. 9. SINGH, R.B., TU, A.T. Natura toxins 2: structure, mechanism of action, and detection. New York: Plenum Press. 1996. 548 p. 10. TEISSEIRE, P.J. Chemistry of fragrant substances. New York: VCH publishers, 1994. 458 p. 11. TORSSEL, K.B.G. Natural product chemistry: a mechanistic, biosynthetic and ecological. Stockholm: Swesdish Pharmaceutical Press, 1997. 480 p.
[ENF 662] Branqueamento de Celulose
▼Código: ENF 662 Carga Horária: Aulas Teóricas: 30 /Aulas Práticas: 45 Créditos: 3 Ementa Histórico e introdução. Branqueamento de polpas mecânicas e químico-mecânicas. Branqueamento de polpas semi-químicas. Branqueamento de polpas químicas. Reversão da alvura de polpas branqueadas. Preparo dos químicos de branqueamento. Branqueamento por deslocamento. Aspectos ambientais do branqueamento. PARTE TEÓRICA 1. Histórico e Introdução 2. Branqueamento de polpas mecânicas e químico-mecânicas. 2.1. Branqueamento com agentes redutores 2.1.1. Sulfitos e bissulfitos 2.1.2. Ditionitos 2.1.3. Outros agentes redutores 2.1.4. Reações de branqueamento com ditionitos 2.2. Branqueamento com agentes oxidantes 2.2.1. Peróxidos 2.2.2. Outros agentes oxidantes 2.2.3. Reações de branqueamento com peróxidos 2.3. Branqueamento em dois estádios 3. Branqueamento de polpas semi-químicas 3.1. Preparadas por tratamento com sulfitos 3.2. Preparadas por tratamento com álcali 4. Branqueamento de polpas químicas 4.1. Medidas de branqueabilidade 4.2. Tecnologia de branqueamento em multiestádio 4.3. Reações de lignina e dos carboidratos durante branqueamento em multiestágio 4.3.1. Cloração 4.3.2. Extração alcalina 4.3.3. Hipocloração 4.3.4. Dioxidação 4.3.5. Peroxidação 4.3.6. Oxigenação 4.4. Seqüências usadas no branqueamento em multiestádio 4.5. Outros agentes de branqueamento 5. Reversão da alvura de polpas branqueadas 5.1. Determinação 5.2. Reversão da alvura de polpas mecânicas 5.2.1. Reações envolvidas na reversão causada pela luz 5.2.2. Estabilização da alvura contra o efeito da luz 5.2.3. Reações envolvidas na reversão causada pelo calor 5.3. Reversão de alvura de polpas químicas 5.3.1. Efeito dos constituintes químicos da polpa 5.3.2. Reações envolvidas na reversão 6. Preparo dos químicos de branqueamento 6.1. Cloro 6.1. Dióxido de Cloro 6.2. Hipocloritos 6.3. Peróxidos 7. Branqueamento por deslocamento 8. Aspectos ambientais do branqueamento 8.1. Poluição do ar 8.2. Poluição da água 8.3. Toxidez do afluente 8.4. Meios de reduzir a carga poluente PARTE PRÁTICA 1. Testes de germinação da branqueabilidade da celulose Kraft e sulfito de eucalipto e Pinus spp 2. Branqueamento em multiestádio da celulose Kraft e sulfito de eucalipto e Pinus spp 3. Confecção de folha padrão para determinação de alvura 4. Determinação de alvura pelo método ABCP 5. Determinação dos coeficientes de absorção e dispersão da luz pelo métodos ABCP 6. Branqueamento de polpas mecânica e químico-mecânica de Pinus Spp 7. Determinação de reversão de alvura pelo método ABCP Bibliografia 1. D´almeida, M.L.O., Celulose e Papel. Tecnologia de Fabricação de Pasta Celulósica. 1998. IPT, São Paulo. Volume I. 559 p. 2. GULLICHSEN, J. and FOGELHOLM, C. J. Chemical Pulping. IN: Papermarking Science and Tecnhnology (Gullichsen, J., Paulapuro, H.). 2000. Tappi Press. Atlanta. 678 p. 3. SJÖSTRÖM, E. Wood Chemistry: Fundamentals and Applications. 1988. Academic Press, New York. 233p. 4. GRATZL, J.S.; NAKANO, J. & SINGH, R.P. Chemistrry of Delignification With Ozygen, Ozone, and Peroxides 1980. Uni Publishers Co. Ltd. Raleigh. 274 p. 5. Normas Técnicas. 1996. Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel. Editora ABTCP, São Paulo. 450 p. 6. Normas Técnicas. 2000. Technical Association of the Pul and Paper Industry. Tappi Press. Atlanta. 1188 p. 7. Normas Técnicas. 2001.Pulp and Paper Technical Association of Canada. Paptac Press. Montreal. 678 p. 8. DENCE, C.W. & REEVE, D. Pulp Bleaching. Principles and Pratice. 1996. Tappi Press. Atlanta. 868 p. 9. LEOPOLD, G.; KOCUREK, M. Pulp and Paper Manufacture: Alklaine Pulping, Vol 5. 1989. Tappi Press. Atlanta. 637 p.
[ENF 685] Avaliação de Impactos Ambientais
▼Código: ENF 685 Carga Horária: Aulas Teóricas: 30 /Aulas Práticas: 30 Créditos: 3 Ementa Introdução. Legislação Nacional Pertinente à Avaliação de Impactos Ambientais. O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). Conceitos Básicos em Avaliação de Impactos Ambientais. Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais. Classificação Qualitativa e Quantitativa de Impactos Ambientais. Perfil da Equipe Elaboradora de um Estudo de Impacto Ambiental. Etapas da Elaboração e Aprovação de um Estudo de Impacto Ambiental. Responsabilidades de Atores Sociais Chaves. PARTE TEÓRICA 1. Introdução: Histórico Mundial sobre a preocupação com o meio ambiente. Necessidade da elaboração de Estudos de Impacto Ambiental: visão legal, ecológica, econômica e ética. O SISNAMA: Sistema Nacional do Meio Ambiente 2. Legislação Nacional Pertinente à Avaliação de Impactos Ambientais: Comentários sobre cada artigo da Resolução CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente, Nº 1, de 23 de janeiro de 1986, e suas atualizações, enfocando as atividades modificadoras do meio ambiente que necessitam de licenciamento ambiental. 3. O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA): 3.1. Conteúdo e forma exigidos. 3.2. A divisão didática de meio ambiente: meio físico, biótico e antrópico. 3.3. O diagnóstico ambiental, prognóstico das condições emergentes, medidas mitigadoras e potencializadoras e o programa de acompanhamento e monitoramento ambiental. 3.4. Diretrizes gerais que devem abedecer. 4. Conceitos Básicos em Avaliação de Impactos Ambientais: 4.1. Impacto ambiental, atividade impactante, processo impactante, fator ambiental e avaliação de impacto ambiental. 4.2. Atributos principais dos impactos ambientais: Magnitude e importância. 4.3. Atores Sociais 5. Métodos de Avaliação de Impactos Ambientais: 5.1. “ad hoc” e listagem de controle. 5.2. Sobreposição de imagens. 5.3. Modelos de simulação. 5.4. Matriz de interação e rede de interação. 6. Classificação Qualitativa e Quantitativa de Impactos Ambientais: 6.1. Características de valor, ordem, espaço, tempo, dinâmica e plástica. 7. Perfil da Equipe Elaboradora de um Estudo de Impacto Ambiental: 7.1. Composição básica, multidisciplinaridade e competência. 8. Etapas da Elaboração e Aprovação de um Estudo de Impacto Ambiental: 8.1. O Documento Roteiro Básico e suas exigências. Os trabalhos de escritório e campo. A audiência pública e os três tipos de licenciamento ambiental: licença prévia, de instalação e de operação. A fiscalização ambiental. 9. Responsabilidades de Atores Sociais Chaves: 9.1. Responsabilidade do empreendedor, elaborador e avaliador no processo de licenciamento ambiental. PARTE PRÁTICA 1. Impactos Ambientais da Atividade de Reflorestadora/Reflorestadora: 1.1. Perfil impactante. 1.2. Principais impactos ambientais sobre os meios físico, biótico e antrópico. 1.3. Exercícios de fixação por meio dos métodos da listagem de controle e matriz de interação. 2. Impactos Ambientais da Atividade Agropecuária: 2.1. Perfil impactante. 2.2. Principais impactos ambientais sobre os meios físico, biótico e antrópico. 2.3. Exercícios de fixação por meio dos métodos da listagem de controle e matriz de interação. 3. Impactos Ambientais da Atividade Mineraria: 3.1. Perfil impactante. 3.2. Principais impactos ambientais sobre os meios físico, biótico e antrópico. 3.3. Exercícios de fixação por meio dos métodos da listagem de controle e matriz de interação. 4. Impactos Ambientais da Atividade Hidrelétrica: 4.1. Perfil impactante. 4.2. Principais impactos ambientais sobre os meios físico, bióticoe antrópico. 4.3. Exercícios de fixação por meio dos métodos da listagem de controle e matriz de interação. 5. Estudo de Caso: 5.1. Visita a um empreendimento impactante. 5.2. Identificação de impactos ambientais decorrentes do empreendimento impactante visitado por meio do método “ad hoc” e listagem de controle. Bibliografia 1. Anais da Conferência realizada pela Universidade Federal de Viçosa, de 04 a 06/05/1992, sobre Agricultura e Meio Ambiente. Editores: VILELA, E.F. & SANTOS, L.C.; Viçosa, MG, 1994. 144 p. 2. Anais do I Encontro Brasileiro de Ciências Ambientais realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, de 06 a 08/04/1994. Editores: SOUZA JÚNIOR, A. e B. et al., Rio de Janeiro, RJ, 1994, 268 p. 3. Anais do IV Encontro Anual da Seção Brasileira da International Association For Impact Assessment – IAIA realizado de 20 a 23/08/1995, sobre mineração, gestão de bacias hidrográficas, agricultura, saneamento e capacitação profissional na área ambiental. Editores: LOIOLA, C.F. et al., Belo Horizonte, MG, 1995, 528 p. 4. BARTH, R.C. Avaliação da reabilitação de áreas mineradas no Brasil. Viçosa, IBRAM/SIF/UFV, 1987. 31 p. 5. BERNARDO, M. A construção do meio ambiente como direito social no Brasil. Fortaleza, Fundação Waldemar Alcântara, 1996. 19 p. (Coleções Documentos: Série Sociologia, nº 3). 6. CÂMARA, E. & MEDEIROS, J.S. GIS para meio ambiente. Curitiba, Sagres, 1996. 139 p. 6. CAMPELLO, E.F.C. Conceitos ecológicos e suas aplicações na recuperação de áreas degradadas. Seropédica, RJ, EMBRAPA, 1996. 36 p. 7. CANTER, L. Environmental impact assessment. Oklahoma, Mc Graw Hill, 1977. 331 p. 9. CENTRAIS ELÉTRICAS – ELETROBRÁS. Manual de estudos de efeitos ambientais dos sistemas elétricos. Rio de Janeiro, Ministério das Minas e Energia, 1986. 91 p. 10. COMISSÃO DE POLÍTICA AMBIENTAL – COPAM/MG. Formato do EIA e respectivo RIMA para empreendimentos impactantes. Belo Horizonte, 1997. 45 p. 11. CONSULTORIA E EMPREENDIMENTOS DE RECURSOS NATURAIS – CERN. Relatório de impacto ambiental do projeto minerário Morro do Engenho, em Congonhas do Campo, MG. Belo Horizonte, 1994. 140 p. 12. COUTO, L. & BETTERS, D.R. Short-rotation eucalypt plantation in Brazil: Social and environmental issues. Oak Ridge, Tennessee, Oak Ridge National Laboratory, 1995. 34 p. 13. DI MARCO, R.P. Environmental health impact assessment and management for hydroelectric projects in the Amazon Region. Aberystwyth, Wales, The University of Wales, 1996. 92 p. (Dissertation of Master of Science). 14. FERNANDES, E.N. Sistema inteligente de apoio ao processo de avaliação de impactos ambientais de atividades agropecuárias. Viçosa, UFV, 1997. 122 p. (Tese D. S. em Ciência Florestal). 15. FIRKOWSKI, C. Metodologias e técnicas para avaliação de impactos Ambientais. In: SEMINÁRIO SOBRE AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL, I Curitiba, PR, 1989, Anais… Curitiba, FUPEF/UFPr. 1990. p. 18-27. 16. FONSECA, P.S.M. & NARDIM, M. Projetos de desenvolvimento e impacto ambiental: uma visão histórica sob a ótica do Banco de Desenvolvimento. Revm. Adm. Pub., V. 25, n. 4, 1991, p. 25-32. 17. JAAKKO POYRY ENGENHARIA. Relatório de impacto ambiental do Complexo Produtor de Celulose da Vera Cruz Florestal Ltda. Salvador, 1994. 153 p. 18. LIMA, W.P. Impacto ambiental do eucalipto. 2ª ed., São Paulo, EDUSP, 1993. 301 p. 19. PEREIRA NETO. J.T. Tratamento e destilação de resíduos provenientes de Empreendimentos agrícolas. Brasília, ABEAS, 1996. 77 p. 20. PRUSKI, F.F. Conservação de água e solos. Brasília, ABEAS, 1996. 89 p. 21. QUIRINO, T.R. & RODRIGUES, G.S. & IRIAS, L.J.M. Ambiente, Sustentabilidade e pesquisa: tendências da agricultura brasileira até 2005. Jaguariúna, EMBRAPA, 1997. 21 p. 22. RUEGG, E.F. et al. Impacto dos agrotóxicos. São Paulo, Ícone Editora, 1991. 96 p. 23. SILVA, E. Avaliação qualitativa de impactos ambientais do reflorestamento no Brasil. Viçosa, UFV, 1994. 309 p. (Tese D.S. em Ciência Florestal) 24. SILVA, E. Avaliação do impacto ambiental de projetos hidroagrícolas. Brasília, ABEAS, 1996. 93 p. 25. SOUZA, M.R.M. Conflito e consenso na implementação da avaliação de Impactos ambientais (AIA): o setor de mineração do Estado de Minas Gerais. Viçosa, UFV, 1997, 149 p. (Tese de M.S. em Extensão Rural).
[FIT 620] Plantas Daninhas e Seu Controle
▼Código: FIT 620 Carga Horária: Aulas Teóricas: 30 /Aulas Práticas: 30 Créditos: 3 Ementa Biologia das plantas daninhas. Interferência das plantas daninhas com as culturas. Métodos de controle de plantas daninhas. Classificação, mecanismo de ação, seletividade e metabolismo dos herbicidas. Comportamento dos herbicidas no ambiente e aspectos toxicológicos. PARTE TEÓRICA 1. Biologia das plantas daninhas 1.1. Conceito, classificação, distribuição, habitat e problemas especiais 1.2. Sucessão, multiplicação e dispersão das plantas daninhas 2. Interferência das plantas daninhas com as culturas 2.1. Competição e alelopatia 3. Métodos de controle de plantas daninhas 3.1. Preventivo, erradicação, biológico, químico e integrado 4. Classificação, mecanismo de ação, seletividade e metabolismo dos herbicidas 4.1. Modo de ação, seletividade e metabolismo dos herbicidas reguladores de crescimento 4.2. Idem dos inibidores fotossintéticos 4.3. Idem dos inibidores de pigmentos 4.4. Idem dos inibidores de crescimento 4.5. Idem dos inibidores da síntese de aminoácidos 4.6. Idem dos inibidores da síntese de lipídeos e outros grupos 4.7. Formulações, misturas, interações, sinergismos, antagonismo e efeitos aditivos dos herbicidas 5. Comportamento dos herbicidas no ambiente e aspectos toxicológicos 5.1. Detecção de resíduos no solo 5.2. Adsorção pelos colóides 5.3. Lixiviação 5.4. Volatilização 5.5. Degradação dos herbicidas por: Microorganismos. Luz. Outros fatores. 5.6. Sintomas das injúrias causadas por inseticidas 5.7. Fatores do meio: Influência do clima sobre os herbicidas, efeito dos herbicidas no ambiente 5.8. Aspectos toxicológicos dos herbicidas em relação ao homem. PARTE PRÁTICA 1. Métodos de controle de plantas daninhas 2. Aplicação dos herbicidas nas culturas 3. Técnicas para o estudo das características dos herbicidas: 3.1. Inibidores fotossintéticos 3.2. Inibidores de crescimento 4. Avaliação de experimentos de controle de plantas daninhas 5. Técnicas usadas no estudo da adsorção, lixiviaçãoe evaporação dos herbicidas 6. Identificação de plantas daninhas, usando características de família 7. Avaliação de seletividade e sintomas de fitoxicidade de diferentes herbicidas em culturas 8. Tecnologia de aplicação de herbicidas 9. Apresentação, pelo estudante, de um de seus trabalhos práticos realizados durante o curso – Redação e apresentação em seminário (aula prática) de uma revisão bibliográfica; – Relatório dos trabalhos realizados em aulas práticas. Bibliografia 1. ASHTON, F.M. ɛ CRAFTS, A.S. Mode of action of herbicides. N. York, Jhon Wiley ɛ Sons, 1973. 504 p. 2. AUDUS, L.J. Herbicides: physiology, biochemistry, ecology. 2 ed. New York, Academic Press, 1976. v. I. 608 p., v.2, 564 p. 3. DUCK, S.O. Weed Physiology. Boca Raton, Florida, CRC Press, Inc. 1987. Vol. II. 257 p. Herbicide Action Course. Sumary of Lectures. Purdue – university. 1990. 607 p. 4. HERBICIDE ACTION COURSE. Sumary of Lectures. Purdue – University. 1990. 607 p. 5. KEARNEY, P.C. ɛ KAUFMAN, D.D. Chemistry, degradation and mode of herbicides. 2. ed. New York, Marcel Dekker, 1975. v. I. 500 p. 2. 535 p. 6. NCMAN, G.C. , ɛ ASHTON, F.M. Weed Science: principles and practices. New York, Jhon Wiley ɛ Sons, 1975. 431 p. 7. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS: Weed Science e Weed Tecnology 8. RADOSEWICH, S.R. ɛ HOLT, J.S. Weed Ecology. Implication for Vegetation Management. John Wiley ɛ Sons. 1984. 265 p. 9. SILVA, J.F. et alii. Curso de proteção de plantas. ABEAS. Módulos 5.1; 5.2; 5.3; 5.4. 1992.
[INF 661] Estatística Aplicada
▼Código: INF 661 Carga Horária: Aulas Teóricas: 60 Créditos: 4 Ementa Conceitos básicos em estatística. Testes de significância. Contrastes. Principios básicos de experimentação. Procedimentos para comparações múltiplas. Delineamentos experimentais. Experimentos fatoriais. Análise de grupos de experimentos. Experimentos em parcelas subdivididas e em faixas. Modelos de regressão linear. Polinômios ortogonais. PARTE TEÓRICA 1. Conceitos básicos em estatística Medidas de posição e de dispersão. Distribruição normal. Teste de hipóteses. Conceitos fundamentais. Erros tipo I e II. Formulação das hipóteses estatísticas. 2. Testes de significância Teste F. Teste t. Aplicações 3. Contrates Definição. Estimador de um contraste. Variância do estimador de um contraste. Contrastes ortogonais. Teste t no estudo de contrastes. Aplicações. 4. Princípios básicos de experimentação Repetição. Casualização. Controle local. Tipos de variações. 5. Procedimentos para comparações múltiplas Teste de Tukey. Student-Newman-Keuls, Duncan, Sheffé e Dunnett. Determinação do número de repetições. Interpolação harmônica. 6. Delineamentos experimentais Delineamentos: inteiramente casualizado, blocos casualizados e quadrado latino. Aplicações. 7. Experimentos fatoriais 8. Análise de grupos de experimentos 9. Experimentos em parcelas subdivididas e em faixas 10. Modelos de regressão linear Introdução. Regressão linear simples e múltipla. Estimação e testes para os parâmetros do modelo. Aplicações. 11. Polinômios ortogonais Análise de regressão através de polinômios ortogonais. Estimação e testes para os parâmetros do modelo. Aplicações. Bibliografia 1. COCHRAN, W. C and COX, G. M. Diseños experimentales. Trilhas, México, 1971. 2. FEDERER, W. T. Experimental design: theory and application. 3rd. ed., MacMillan, Oxford & IBH, New York, 1977. 3. GOMES, F. P. Curso de estatística experimental. 12ed., Nobel, São Paulo, 1987. 4. MONTGOMERY, D. C. Design and analysis of experiments. 3rd. ed. John Wiley. New York, 1991. 5. NETER, J.; WASSERMAN, W. and KUTNER, M. H. Applied linear statistical models. Regression, analysis variance and experimental designs. 2nd. ed. Richad D. Irwin, Homewood, 1985. 6. STEEL,, R. G. D. and TORRIE, J. H. Principles and procedures of statistics. 2nd. ed., McGraw-Hill, New York, 1980.
[INF 662] Métodos Estatísticos I
▼Código: INF 662 Carga Horária: Aulas Teóricas: 45 Créditos: 3 Ementa Esperança matemática. Covariância. Testes de hipóteses. Estimação de parâmetros populacionais. Análise de regressão. Análise de correlação. PARTE TEÓRICA 1. Esperança matemática Variáveis aleatórias: discreta e contínua. Funções de variáveis discreta e contínua. Variância do ponto de vista de esperança matemática. Média geométrica. Aplicações. 2. Covariância Definição. Proposições. Aplicações. 3. Testes de hipóteses Introdução. Hipótese estatística. Testes de hipóteses estatísticas. Hipóteses: básica e alternativa. Regiões: de aceitação e de rejeição. Tipos de erros. Nível de significância. Função característica. Poder do teste ou potência. Avaliação das decisões. Comentários sobre o esquema geral da resolução de problemas. Testes: unilateral e bilateral. Teste t:: considerações gerais. Definição da variável t. Requisitos para aplicação. Teste de hipóteses para o caso de duas amostras independentes e para o caso de dados emparelhados. Aplicações. 4. Estimação de parâmetros populacionais Introdução. Estimação por ponto. Estimação por intervalo. Propriedades desejáveis dos estimadores. Métodos de estimação. Máxima verossimilhança, mínimos quadrados e momentos. Aplicações. 5. Análise de regressão Introdução. Modelo linear geral. Estimação por ponto: Caso A – Estimação de β e α2 pela teoria normal; Caso B – Estimação de β e α2 e pelos quadrados mínimos. A escolha da matriz X. Estimação por intervalo: intervalo de confiança para α2 e βi intervalo de confiança para uma função linear dos βi; intervalo de previsão. Aplicações. Teste de hipótese linear geral. Modelos polinominais. Aplicações. 6. Teste de identidade de modelos de regressão Teste para verificar a igualdade de um conjunto de equações de regressão. Teste para verificar a igualdade de parâmetros em modelos de regressão. 7. Análise de correlação Introdução. Discussões teóricas. Coeficiente de correlação: simples e múltipla. Coeficiente de determinação. Matriz de correlação parcial. Teste de significância para o coeficiente de determinação (R2). Teste de significância para os coeficientes de determinação parciais (r2ij.m). Aplicações. 8. Utilização Bibliografia 1. DRAPER, N. R. & SMITH, H. Applied regression analysis. New York, John Wiley & Sons, Inc., 1981. 709p. 2. GRAYBILL, F. A. Theory and application of the linear model. Druxbury Press, Belmont, California, 1976. 704p. 379p. 3. HOFFMANN, R. & VIEIRA, S. Análise de regressão. Uma introdução à econometria. HUCITEC, São Paulo, 2 ed., 1983. 379p. 4. HOGG, R. V. & CRAIG, A. T. Introduction to mathematical statistic. 4ª ed. Macmillan, New York, 1978. 483p. 5. JOHNSTON, J. Métodos econométricos. Atlas, São Paulo, 1971. 318p. 6. MONTGOMERY, D. C. & PECK, E. A. Introduction to linear regression analysis, 2nd. ed. John Wiley, New York, 1992. 527p. 7. NETER, J.; WASSERMAN, W. & KUTNER, M. H. Applied linear statistical models, regression, analysis of variance experimental designs. 2nd ed. Richard D. Irwin, Homewood, 1995. 1127p. 8. SEBER, G. A. F. Linear regression analysis. John Wiley, New York, 1977. 465p. 9. WONNACOTT, T. H & WONNACOTT, R. J. Introductory statistics. John Wiley, New York, 1969. 403p. 10. WONNACOTT, R. J. & WONNACOTT, T. H. Econometria. Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1976. 424p.
[QUI 611] Métodos Espectroscópicos de Análise Inorgânica
▼Código: QUI 611 Carga Horária: Aulas Teóricas: 60 /Aulas Práticas: 00 Créditos: 4 Ementa: Espectrometria de Absorção (Regiões ultravioleta e visível). Espectrometria de chama. Espectrometria de absorção atômica. Espectrometria de emissão atômica. Espectrometria de massa com plasma indutivamente acoplado. Espectrometria de luminescência molecular. 1. Espectrometria de absorção (Regiões ultravioleta e visível). 1.1. Processos associados à absorção de radiação ultravioleta e visível. 1.1.1. Características dos espectros eletrônicos. 1.1.2. Correlações entre absorção e estrutura molecular. 1.1.3. Teoria matemática da lei de Lambert-Beer; quantificação. 1.1.4. Aditividade das absorbâncias; determinações simultâneas. 1.2. Instrumentação: fontes de radiação, monocromadores: filtros, prisma e redes, detectores: condutimétricos, fotoelétricos, arranjo de fotodiodos e espectrômetros mono e duplo-feixe. 1.3. Metodologia espectrofotométrica: preparação do sistema químico, medida da absorção, apresentação dos resultados e fontes de erro. 1.4. Aplicações analíticas: análise qualitativa e quantitativa. 2. Espectrometria de chama. 2.1. Fundamentos: emissão espectral, funções e tipos de chama. 2.2. Instrumentação: sistemas de emissão, atomização, seleção e de fotodetecção. 2.3. Interferências: espectral, auto-absorção, ionização, química e propriedade das soluções. 2.4. Características analíticas: limitações, sensibilidade, exatidão, precisão e linearidade. 2.5. Aplicações analíticas: análise qualitativa e quantitativa. 3. Espectrometria de absorção atômica. 3.1. Princípios gerais: processo de absorção atômica. 3.2. Instrumentação: fontes de radiação, vaporizadores, nebulizadores-combustores (com chama), forno de grafite (sem chama), gerador de vapor (com e sem chama), monocromadores e detectores. 3.3. Interferências: espectral, química, de matriz, ionização, propriedades das soluções e absorção de fundo (Background). 3.4. Características analíticas: sensibilidade, limite de detecção, exatidão e precisão. 3.5. Aplicações analíticas: análise qualitativa e quantitativa. 4. Espectrometria de emissão atômica. 4.1. Princípios gerais: processo de emissão atômica. 4.2. Fontes de excitação: 4.2.1.Arco elétrico e centelha. 4.2.2. Plasma indutivamente acoplado (ICP-AES). 4.3. Processo de emissão de uma amostra no ICP-AES. 4.4. Instrumentação: sistema de introdução da amostra, toxas e conexões, gerador de radiofrequência, sistema óptico e sistema de detecção. 4.5. Características analíticas: sensibilidade, limite de detecção, exatidão e precisão. 4.6. Aplicações analíticas: análise qualitativa e quantitativa. 5. Espectrometria de massa com plasma indutivamente acoplado. 5.1. Princípios básicos do espectrômetro de massa com plasma indutivamente acoplado (ICP-MS). 5.2. Componentes instrumentais. 5.3. Características analíticas: interferências, sensibilidade, limite de detecção, exatidão e precisão. 5.4. Aplicações analíticas: análise qualitativa e quantitativa. 6. Espectrometria de luminescência molecular. 6.1. Mecanismo fundamental das emissões fluorescente e fosforecente. Espectros de excitação e emissão. Relação entre concentração e intensidade da fotoluminescência. 6.2. Instrumentação. 6.3. Características analíticas: interferências, sensibilidade, exatidão e precisão. 6.4. Aplicações analíticas: análise qualitativa e quantitativa. Bibliografia 1. BRAUN, R.D. Introduction to Chemical Analysis. Tokyo: McGraw-Hill, 1987. 462p. 2. CHRISTIAN, G.D., O’ REILLY, P.E. Instrumental Analysis. Boston: Allyn and Bacon, 1986. 832p. 3. CIENFUEGOS, F., VAITSMAN, D. Análise Instrumental. Rio de Janeiro: Interciência, 2000. 606p. 4. CRESSER, M.S. Flame Spectrometry in Environmental Chemical Analysis: A Practical Guide. The Royal Society of Chemistry, 1994. 108p. 5. DEHN, J.R. Atomic Absorption and Plasma Spectroscopy, 1997. 206p. 6. DENNEY, R.C., SINCLAIR, R. Visible and Ultraviolet Spectroscopy. Analytical Chemistry by Open Learning. Wiley & Sons, 1987. 107p. 7. HARRIS, D.C. Análise Química Quantitativa. Rio de Janeiro: LTC Ed., 2008. 876p. 8. LAJUNEM, L.H.J. Spectrochemical Analysis by Atomic Absorption and Emission. Royal Society of Chemistry, 1992. 241p. 9. NETO, E.M. Espectrometría de Absorção Atômica. Do autor, 1996. 147p. 10. PERKAMPUS, HEINZ-HELMUT. UV-VIS Spectroscopy and its Applications. 1992. 244p. 11. PRICE, W.J. Spectrochemical Analysis by Atomic Absorption. Suffolk: John Wiley, 1986. 832p. 12. SKOOG, D.A., HOLLER, F.J., NIEMAN, T.A. Princípios de Análise Instrumental. Porto Alegre: Bookman, 2009, 1055p. 13. SKOOG, D.A., WEST, D.M., HOLLER, F.J. CROUCH, S.R. Fundamentos de Química Analítica. São Paulo: Thomson, 2007. 999p. 14. THOMAS, M.J.K. Ultraviolet and Visible Spectroscopy. J. Wiley, 1996. 229p. 15. VOGEL, A. Análise Química Quantitativa. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 462p.
[QUI 612] Métodos Eletroanalítico
▼Código: QUI 612 Carga Horária: Aulas Teóricas: 45 /Aulas Práticas: 30 Créditos: 4 Ementa: Introdução aos métodos eletroanalíticos. Potenciometria. Eletrodeposição e coulometria. Condutimetria. Voltametria. Amperometria. Análise em fluxo com detecção eletrométrica. Introdução à automação em Eletroanalítica. Parte Teórica: 1. Introdução aos métodos eletroanalíticos 15.1. Eletrodos 15.2. Celas eletrolíticas 15.3. Convenção de sinais 15.4. Potencial de eletrodo 15.5. Processos faradáicos e não e não faradáicos 2. Potenciometria 2.1. Introdução aos métodos potenciométricos 2.2. Eletrodos indicadores 2.3. Eletrodos de referência2.4. Cela de concentração 2.5. Equação de Nernst 2.6. Potenciometria direta 2.7. Titulação potenciométrica 2.8. Métodos de determinação do ponto de equivalência 2.9. Eletrodos íon-seletivos 3. Eletrodeposição e coulometria 3.1. Introdução à eletrólise 3.2. Eletrogravimetria 3.3. Eletrodos 3.4. Introdução à coulometria 3.5. Titulação coulométrica 4. Condutimetria 4.1. Introdução aos métodos condutimétricos 4.2. Condutimetria direta 4.3. Titulações condutimétricas 5. Voltametria 5.1. Introdução à voltametria e polarografia 5.2. Celas e eletrodos voltamétricos 5.3. Potenciostato 5.4. Técnicas voltamétricas e polarográficas 5.5. Equação da onda polarográfica 5.6. Equação de Heyrosvsky 6. Amperometria 6.1. Introdução à amperometria 6.2. Titulação amperométrica 7. Análise em fluxo com detecção eletrométrica 7.1. Introdução à análise em fluxo 7.2. Desenvolvimento do instrumental 7.3. Detecção condutimétrica 7.4. Detecção potenciométrica 7.5. Detecção amperométrica 7.6. Detecção voltamétrica 8. Introdução à automomação em eletroanalítica 8.1. Introdução à automação em eletroanalítica 8.2. Numeração binária e hexadecimal 8.3. Portas lógicas 8.4. Amplificadores operacionais 8.5. Conversão analógica/Digital e Digital/analógica 8.6. Introdução à programação 8.7. Comunicação serial e paralelaParte Prática: Trabalhos envolvendo desenvolvimento ou adaptação de métodos de análise correspondentes a cada um dos tópicos especificados. Bibliografia: 1. CRISTIAN, A.D. Analytical Chemistry. 5 th ed. New York: Jhon Wiley, 1994. 812 p. 2. DAHMEN, E.A.M.F. Eletroanalysis. Amsterdam: Elsevier, 1986. 393 p. 3. EVANS, R.; JAMES, A. Potentiometry and Ion Selective Electrodes. Analytical Chemistry by open University. New York: Wiley & Sons, 1987, 304 p. 4. GALSTER, H. PH Measurement Fundamentals, Methods, Applications, Instrumentation. New York: VCH, 1991. 356 p. 5. KISSINGER, P.T.; HEINEMAN. W.R. Laboratory Tecniques in Electroanalytical Chemistry. New York: Marcel Dekker, 1984. 751 p. 6. MALCOME-LAWES, D.J. Microcomputers and Laboratory Instrumentation. 2 nd ed. New York: Plenum Press, 1988. 272 p. 7. MENDHAM, J.; DENNEY, R.C.; BARNES, J.D.; THOMAS, M.J.K. Vogel. Análise Química Quantitativa. 6ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora, 2000. 462 p. 8. RILEY, T.; WATSON, A. Polarography and Voltammetric Metrods. Analytical Chemistry by Open University. New York: Wiley & Sons, 1987, 283 p. 9. RUZICKA, J.; HANSEN, E.H. Flow Injection Analysis. 2 nd ed. New York, John Wiley, 1988. 498 p. 10. SKOOG, D.A.; HOLLER, F.J. ; NIEMAN, T.A. Princípios de Análise Instrumental. 5 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002. 836 p. 11. VASSOS, B.H. ; EWING, G.W. Analog and Computer Eletronics for Scientist. 4 th ed. New York: Wiley & Sons, 1993. 473 p